Olá, meus queridos! Vou
repetir o que sempre digo: pesquisem muito antes de viajar. E mais
uma vez as minhas pesquisas foram essenciais tanto do ponto de vista da
economia que fizemos como por ser o nosso último dia na cidade. Ao montar nosso
roteiro, demos prioridade em conhecer o Monte Brè, apesar de
ter visto fotos do Monte Salvatore e ter achado
deslumbrante, mas pelo nosso pouco tempo optamos pelo Bré.
Procurei saber como
chegar lá, e obviamente me entusiasmei com o Funicolare, está
presente em todas as colinas e montanhas desta charmosa cidade, e que sem
dúvida deve valer muito a pena subir nele. Mas vi também quais outras formas de
se chegar até o vilarejo que existe quase no topo da montanha de ônibus. A pé
descartei pela distância, subida ingreme e também pela total falta de
disposição rsss, e subindo de ônibus a diferença de preço para o Funicolare seria
grande. Nós pagamos para o casal pela subida e descida o total de CHF$17.60 francos
suíço, enquanto no Funicolare somente
para uma pessoa sairia CHF$24,80 francos
suíços, ou seja, financeiramente esta opção saiu na frente.
Só que o pensamento de
subir de Funicolare até o topo ainda estava na minha
mente, e fomos atrás de maiores informações assim que chegamos em Lugano.
O tempo de validade deste bilhete seria de apenas 3 horas, o que não daria
tempo para fazer nada ao chegar no topo do Monte Bré, e
acreditem em mim nesse ponto (conto mais sobre minhas aventuras pela montanha
nos próximos posts rsss). Já o ticket do ônibus é válido para a hora em que se
utiliza, sendo o único limite o horário em que o ele faz sua última viagem, e
que varia de acordo com o dia da semana, e por isso caso optem por ir de
ônibus, fiquem atentos aos horários em que eles passam ao descer no ponto
final, ou perguntem ao motorista, já que a o transporte público por lá é
pontual, e caso percam o último ônibus do dia a descida é puxada rssss.
Com esses dados em
mente, chegamos a conclusão de que o ônibus sairia mais em conta e teríamos mais
tempo para aproveitar o Monte Brè, e assim fomos. Tenho que
dizer que não me arrependi nem um pouco. A estrada que leva até o topo é
diferente de tudo que já vi até hoje. Várias curva, carros indo e vindo, casas
ao longo da estrada e encravadas na montanha, turistas e locais disputando
espaço na estreitíssima calçada mais ônibus em um espaço bem apertado. Parece
assustador, mas na Suíça funciona e é um visual de tirar o fôlego.
Mas vamos falar de
alguns dados básicos e que geram dúvidas. A cidade é pequena e por isso,
pergunte o local do ponto de ônibus mais próximo de onde estiver e por isso,
não vai ser difícil ter um perto. Existem máquinas nas rua para pagar com
moedas, não aceita dinheiro, mas também é possível pagar diretamente ao
motorista em cédulas. Pesquise a linha 12 que segue para o Brè
Paese, e os horários em que ele passa no ponto em que você
estiver. Para quem estiver vindo da zona do euro e não tiver trocado seu
dinheiro por Francos Suiços, é possível pagar com euros e receber o troco em
moeda local diretamente com o motorista (e também em qualquer lugar).
Espero que vocês tenham
curtido e não percam o vídeo que fiz com mais s dicas.
Não se esqueçam de deixar comentar e quem já tiver feito esse passeio a me
contem as experiências de vocês. Curtam também o meu Facebook, o Instagram, e meu canal do Youtube para
estarem sempre por dentro das novidades.
Beijos e até mais!



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